quarta-feira, 11 de novembro de 2009

2008 E 2010: PSDB SE ESPECIALIZA EM MENTIR PARA O POVO.


Os cearenses, nos últimos dias, estamos sendo bombardeados por um intensa propaganda eleitoral do PSDB, tendo como carro-chefe o senador Tasso Jereissati. De repente, o duro empresário, acostumados a lutar por lucros e mais lucros, se apresenta como o baluarte das causas dos trabalhadores. A última aparição do senador, na TV, no entanto, o coloca numa companhia pouco recomendável do ponto de vista da credibilidade no que dizem: a do prefeito Fernando Assef e dos deputados Cirilo Pimenta e Marcos Cals. De fato, quem não lembra da promessa da campanha de 2008 assegurando a criação, em Boa Viagem, do bolsa família municipal? Pois não é que o senador Tasso Jereissati, que por diversas vezes atacou o programa bolsa família do governo do PT como uma esmola, está agora prometendo um projeto para aumentar o benefício!

Seria interessante o senador começar o assunto cobrando de seus correlegionários de Boa Viagem e da Assembléia Legislativa, leia-se: prefeito Fernando Assef, Marcos Cals e Cirilo Pimenta, que cumprissem a promessa feita aos boa-viagenses na campanha de 2008.

O que faz uma eleição!

BOTANDO A BOCA NO TROMBONE (22)


GESTOR ATRASADO E INCOMPETENTE FORMA EQUIPE DE ATRASADOS E INCOMPETENTES...
A um bom tempo venho acompanhando o blog da Liberdade, tendo parte das criticas aqui levantadas à Administração, onde algumas têm fundamento, enquanto outras, nem vale a pena citar no determinado Blog. Sei que para o bem da sociedade em geral, temos de ter a parte que cobra e a outra que executa. Mas se a parte que cobra, que por mim, deveria ser os vereadores e não o povo, que gestor algum tem medo da população, e sim do vereador, dos que cobram alguma ação do poder executivo. Em Boa Viagem, o que se vê é um executivo frouxo e um legislativo mole, que um não sabe onde captar recursos e o outro que não sabe o que cobrar, se não seus empregos formais para seus eleitores mais próximos.Boa Viagem não tem um projeto apresentado pela atual gestão e nem pela que se passou, dizer que não tem dinheiro... essa é a mais fácil, nem todos precisam de dinheiro, se precisar, que tal buscar tais recursos.Conversei com pessoas de Boa Viagem que moram aqui em Fortaleza, não cito nomes, mas estive conversando com um rapaz, que já trabalhou bastante em outros Estados, me fez uma teoria, que pode levar a prática, que de dar inveja a muitos experientes na área pública. Me apresentou projetos simples, e até mesmo um seu, que começou do zero e já está em vários municípios da Região, falou-me que já está apresentando projetos seus que executou em outros Estados, e com bons recursos pelo Governo Federal. Dei os parabéns a ele pelo seus trabalhos, e dei boa sorte, pois pela conversa que tivemos, sei que tem futuro.Essa pessoa, trabalhou na campanha para o Assef, mas disse que estar triste por não ser reconhecido por aquele que ele ajudou a vencer, mas que ilusões de um jovem logo passa, é só paixão, e logo vem outra, assim como ele mesmo me falou, que já está com quem realmente vale a pena, que o convidou várias vezes para trabalhar em municípios que ele tem acesso, e somente agora o aceitou.São pessoas que como a que citei o seu potencial, que Boa Viagem tem, mas nem por falta de oportunidade foi, porque ele estava do lado do homem, atual prefeito, mas esse lhe virou as costas.Espero que o povo de Boa Viagem sinta o prazer de hoje está recebendo seu salário em dia, que por durante 4 ou 8 anos, mas que ao sair, fica na ociosidade sem perspectiva de mais nada, não tendo uma capacitação ou qualificação para se usufruir do seu dom, e não do que o outro me pede porque ta me pagando, mesmo sem ser sua área.
Parabéns Dr. Deodato, o espaço deve de continuar, e cobrar ao legislativo municipal, e não ao executivo mais, pois já sabemos que mesmo os do lado dele, que tem competência, nada podem fazer.
(De Colaborador anônimo - A manchete é do blog).


CNJ proíbe servidor de prefeitura trabalhando em comarcas

O Conselho Nacional de Justiça baixou resolução proibindo que nas comarcas haja servidores de prefeituras trabalhando. A medida chega com certo atraso, mas fará com que o Poder Judiciário nos Estados abra concurso ou chame muitos concursados já sem esperança de convocação.

A medida é salutar e contribui para a independência de um poder que, vez em quando, tem que julgar gestor municipal. É preciso que esse exemplo se estenda também para outros segmentos. Como o Ministério Público, por exemplo.

terça-feira, 10 de novembro de 2009


Morre o poeta e socialista Manuel Raposo

Publicado: 10 de novembro de 2009 às 15:53 (Blog do Eliomar de Lima)
Morreu nesta terça-feira o jornalista, poeta, escritor e socialista Manuel Raposo (80). Ele estava internado há semanas no Hospital de Messejana e foi vítima de efizema pulmonar.
O velório ocorrerá a partir das 18 horas, na Funerára Alvorada, ao lado do ginásio poliesportivo da Parangaba (Avenida Osório de Paiva, 255). Na quarta-feiraq, às 10 horas, a família manda celebrar ato religioso e, em seguida, o corpo será cremado.
Conheci Manuel Raposo na época em que fazia o curso de Comunicação Social da UFC – década de 80, vendendo exemplares do jornal O Popular, que editava com idéias socialistas. Foi também um dos combatente da ditadura militar. Raposo chegou a lançar também a revista cultural “O Saco”.

Um pouco da história desse cearense de fortes convicções comunistas:

ESPECIAL
O militante do Maverick azul
Manoel Coelho Raposo foi um dos principais responsáveis pela criação da revista de cultura O Saco, em 1976. em pouco tempo, a publicação chamou a atenção do Brasil
(O POVO - Regina Ribeiro da Redação01 Out 2008 - 02h12min)

Um Maverick azul cruzou o Centro da cidade rumo à casa de uma senhora chamada Leila, no bairro da Maraponga. Era abril de 1976. O casarão da Leila era um ponto de encontro da alta e endinheirada boêmia cearense. Do Maverick saiu um grupo de rapazes, recém-chegados à literatura. No comando, o livreiro Manoel Coelho Raposo. "Foi uma farra de quase 24 horas", relembra, rindo, o escritor, cronista de O POVO e psiquiatra Airton Monte. "Esta foi a melhor festa de lançamento da revista O Saco." Discreto, Manoel Raposo não fala do Maverick azul, das meninas da casa da Leila nem da farra inesquecível que fez junto com os meninos. Oficialmente, dias antes, a revista havia levado um conglomerado de cerca de 500 pessoas para uma das livrarias Feira do Livro, que funcionava no Shopping Center Um - recém inaugurado - para uma "noitada de autógrafos". Intelectuais, simpatizantes e militantes de todas as esquerdas produzidas durante o governo militar, escritores e jornalistas acorreram ao evento que, à época, se fez um marco para a cidade. "A revista O Saco surgiu de uma inquietação dos intelectuais cearenses preocupados com o avanço do monopólio da cultura do eixo Rio-São Paulo sobre a cultura do Nordeste e do Ceará, além do predomínio desavergonhado da cultura norte-americana. Havia uma efervescência muito grande em Fortaleza e um grupo de garotos decidiu criar um veículo de resistência a isso tudo", conta Manoel Raposo, vasculhando na memória os detalhes daquele maio de 1975. Tudo, porém, começou num sarau de idéias na casa do pai do escritor Carlos Emílio Corrêa Lima.

"Foi o Carlos Emílio quem fez um chamamento aos intelectuais e combinamos o encontro na casa dele. Na noite marcada compareceram umas 100 pessoas", afirma o escritor Nilto Maciel, um dos quatro que figuram entre os fundadores da revista. Da babel formada por escritores, músicos, gente de teatro, militantes de todas as correntes e tendências, não saiu nada. "Mas, depois ficou um grupo pequeno e decidimos fundar uma revista. Aí, descobrimos que não tínhamos um tostão pra isso, mas o Raposo tinha. Ele era um poeta, editava livros, era empresário e comunista militante. Assim que falamos com ele, topou na hora", rememora Nilto.

"Quando vi aquela história disse que o empreendimento só iria pra frente se fosse pensada uma estrutura econômica para viabilizar a revista e a sua distribuição", explica o livreiro. Formou-se uma equipe: Carlos Emílio Corrêa Lima, Nilton Maciel, Jackson Sampaio, Humberto Magalhães (que fez o projeto gráfico da revista) e Manoel Raposo. "Sem ele a revista nunca teria saído. Ele não tinha apenas dinheiro, era generoso, tinha um Maverick azul, levava a gente pra beber, gostava de uma farra medonha", completa o escritor, mansamente, meio sem jeito. Guarda até hoje, bem encadernada, uma coleção da revista que o lançou na vida literária. O número 1 de O Saco conseguiu chamar a atenção do Brasil inteiro e de muitos literatos. Todos os veículos de grande circulação (Veja, Jornal do Brasil, Folha de S. Paulo, Estado de São Paulo, O Globo) abriram espaço para a revista cearense que chegava ao mercado editorial como uma inovação: quatro cadernos - prosa, poesia, imagem e editorial - embalados num saco. No conteúdo, a escrita e as artes dos artistas cearenses, de preferência, os jovens artistas. "Quando O Saco foi lançado, o País vivia o que à época se chamava um 'boom literário'. Surgiam novos autores e novas publicações por toda parte. Como vivíamos em plena ditadura, amordaçados pela censura, toda aquela agitação tinha um aspecto político inequívoco. O Saco foi um ato de afirmação, o meio pelo qual a literatura cearense se expressou naquele contexto. Tudo isto, claro, está muito associado à militância do Raposo. E foi decisivo para as escolhas pessoais que fiz a partir daí. Sou um filho típico dos anos 70. Me reconheço nisto", afirma o poeta Ricardo Alcântara. Na época, estava numa fase de andarilho sem rumo. Manoel Raposo pediu a ele um material de viagem. Mandou, então, para O Saco uma entrevista com o pintor baiano Caribé. De Minas, enviou outra com o escritor Murilo Rubião. "Do ponto de vista político, O Saco, apesar do Armando Falcão, pegou tempos menos sombrios e menos duros. Do ponto de vista literário funcionava como vitrine da produção cearense.

A publicação era democrática, abria espaço para vários grupos que atuavam na cena cultural cearense", afirma Gilmar de Carvalho, então jovem ficcionista que teve trabalho publicado no O Saco. Abrir espaço, em âmbito nacional, continua sendo um dos principais pontos lembrados por todos os entrevistados do O POVO. "O Saco formou uma geração de autores cearenses, ficamos respeitados nacionalmente com a revista, tanto é que quando a revista se desfez, a editora Moderna, uma das maiores naquele tempo, publicou livro meu, do Airton Monte, do Carlos Emílio", afirma o contista Nilto Maciel.

"Posso dizer que o Raposo teve um papel tão importante para a nossa geração com o lançamento de O Saco que, sem ele, nenhum de nós teríamos sido o que fomos depois daquilo", conclui Airton Monte. Entre maio de 1975, quando a idéia nasceu, e abril de 1976, quando O Saco foi lançado, o trabalho de parto foi penoso e lento, com textos presos em Brasília nas mãos da censura.

"Era um vai-e-vem danado, uma dor de cabeça sem tamanho. Aí, quem nos ajudou foi uma jornalista chamada Ana Lagoa que tinha boas fontes por lá e conseguiu a liberação da revista", conta Raposo. "Quando saiu, estourou", empolga-se. Para distribuir O Saco nacionalmente, Manoel Raposo fez um acordo com a Superbancas, uma espécie de central de distribuição de São Paulo. O sucesso da revista foi tanto que a Superbancas exigiu uma tiragem de 35 mil exemplares para continuar no negócio. A crise do papel encarecia o custo do suplemento, os anúncios começaram a rarear. Manoel Raposo tirava do bolso o dinheiro para sustentar o veículo. Foi buscar patrocínio público e privado onde eles estavam, e até o ex-governador Tasso Jereissati, na época um jovem empresário, contribuiu financeiramente com um dos números de O Saco. Mas não deu para continuar. No número 7, O Saco entregou os pontos. Antes, no entanto, Manoel Raposo escreveu o libelo Vamos Deixar O Saco Morrer? que continha um pedido - quase desesperado - à "sociedade cearense" para viabilizar economicamente a revista. Em vão.

E MAIS

Os sete números da revista O Saco foram mais do que uma vitrine para os novos escritores cearenses. Pela primeira vez na história de uma revista local, pelos cálculos do livreiro Manoel Raposo, um veículo contemplou de tal ordem as artes produzidas no Estado, recuperou a história dos principais movimentos literários cearenses e ainda mostrou nomes que mais tarde se tornaram ícones no meio artístico e cultural. Nomes como José Alcides Pinto, Francisco Carvalho, Siegbert Franklin, Bathista Sena, Moreira Campos, Horácio Dídimo, Roberto Drummond figuraram na revista. Um dos belos momentos de O Saco é a entrevista com o folclorista Câmara Cascudo; outro é o ensaio de Ariano Suassuna: Encantações de Guimarães Rosa; e mais um: a publicação de um pequeno conto do argentino Julio Cortázar.

Trajetória
Raposo, que era nascido em Crateús, veio ainda cedo para Fortaleza. Quando deu-se sua prisão pelo governo militar, no ano de 1964, era dono de uma rede de oito livrarias, em Fortaleza e uma série de outras cidades, nas quais vendia publicações de teor socialista ou conteúdo nacionalista. O material foi considerado ``nocivo`` pelos governantes de então e recolhidos pelas forças militares. Segundo Messias Pontes, no entanto, o que houve foi ``um roubo, mesmo, de todo o material. A livraria foi arrombada, incendiada, um prejuízo imenso, que o Raposo nunca conseguiu recuperar``. Um outro fato marcante da sua trajetória como editor foi a experiência com a revista O Saco, especializada em cultura. Também comandou o jornal O Popular, de conteúdo socialista. Durante um bom tempo, ainda, custeou do próprio bolso a impressão e distribuição de exemplares do jornal Granma, órgão oficial do Partido Comunista de Cuba. O corpo de Manoel Coelho Raposo será cremado hoje, logo após a celebração de uma missa de corpo presente, marcada para 10 horas, no crematório do Jardim Metropolitano. Mais recentemente, mantinha uma tipografia e editora no Centro.

VAMOS NÓS: Conheci o Manuel Raposo na época do movimento estudantil, na militância sindical (´bancários) e com ele participei da formação da Casa de Amizade Brasil-Cuba, movimento de solidariedade ao povo cubano. Figura de estatura miúda, comunista convicto e coerente, leva ao túmulo (na verdade será cremado) toda uma vida dedicada à luta revolucionária (jornalismo, poesia, agitação cultural, edição de livros etc), à luta pelo poder popular, jamais aceitou o revisionismo do ideário comunista, recusando, inclusive, qualquer revisão ao pensamento dos faróis do comunismo soviético, Lênin e Josef Stalin. Essa a razão do O POVO (12.11.09) anunciar a morte do militante como A MORTE DO ÚLTIMO CEARENSE STALINISTA.

Nós temos a força!...

Vox Populi:

sites e blogues superam

revistase jornais somados.

Pesquisa encomendada pelo Grupo
Máquina ao Vox Populi que ouviu 2,5
mil pessoas e teve seu resultado
publicado no Meio Mensagem
desta semana reforça a tese
insistentemente defendida pelo proprietários de blogues.
O levantamento mostra que a principal fonte de informação do
brasileiro ainda é a TV com 55,9% da preferência dos
entrevistados, mas o segundo já são os sites de notícias
e blogues,com 20,4%, um resultado fantástico para
um tipo de
comunicação que ainda não chegou à adolescência.


E mais fantástico ainda porque é o dobro do público que se
informa por jornais impressos, preferidos de 10,5%. E quase
três vezes mais do que o rádio, com 7,8%.

Não pensem, porém, que a força da internet se resume à força
de sites e blogues. As redes sociais já contam 2,7% da
preferênciados pesquisados como fonte primeira de informação,
estando à frente dass versões online dos jornais, 1,8%, e
das revistas impressas, com 0,8%. Um

Em relação à credibilidade, os sites e blogues jornalísticos
também ocupam boa posição. Neste quesito, o rádio
está em primeiro lugar
com nota média de 8,21
e os sites e blogues jornalísticos estão um

centésimo atrás com 8,20.


Só depois aparecem TV, 8,12, jornais online, 8,03, jornais
impressos, 7,99, revistas impressas, 7,79, redes sociais, 7,74,
e revistas online, 7,67.

Há alguns dias escrevi aqui que não se pode mais denominar
de grande mídia os jornais diários brasileiros, dada a
irrelevância das tiragens que têm. Esta pesquisa só
reforça a tese de que cada vez mais brasileiros estão
formando sua opinião de forma horizontal, a partir de
espaços onde não são apenas expectadores, mas também
analistas e produtores de informação.
Do blog do Rovai

Duas crises financeiras, dois resultados


Folha de São Paulo, 08/11/2009

Na crise de 97/99 o tucanato avançou no bolso da patuleia, na de 2008 Nosso Guia apostou no consumo

ELIO GASPARI

Um malvado devorador de números fez um exercício e comparou as iniciativas tomadas pelo tucanato durante a crise financeira internacional de 1997/1999 com as medidas postas em prática pelo atual governo desde o ano passado. Fechando o foco nas mudanças tributárias, resulta que os tucanos avançaram no bolso da patuleia, enquanto Nosso Guia botou dinheiro na mão da choldra.

Entre maio de 1997 e dezembro de 1998 o governo remarcou, para cima, as alíquotas de sete impostos, além de passar a cobrar um novo tributo.

A alíquota do Imposto de Renda do andar de cima passou de 25% para 27,5%. O IOF de créditos pessoais dobrou e aumentaram-se as dentadas nas aplicações. O IPI das bebidas ficou 10% mais caro, e a alíquota do Cofins passou de 2% para 3%. Tudo isso e mais a entrada em vigor da CPMF, que arrecadou R$ 7 bilhões em 1997.

A voracidade arrecadatória elevou a carga tributária de 28,6% para 31,1% do PIB. O produto interno fechou 1998 com um crescimento de 0,03% e a taxa de desemprego pulou de 10% para 13%. Em 1999, o salário mínimo encolheu 3,5% em termos reais.

A crise financeira mundial de 2008/2009 foi mais severa que as dos anos 90. Em vez de aumentar impostos, o governo desonerou setores industriais, baixou o IPI dos carros, geladeiras e fogões, deixando de arrecadar cerca de R$ 6 bilhões nos primeiros três meses do tratamento. Uma mudança na tabela do Imposto de Renda das pessoas físicas, resolvida antes da crise, deixou cerca de R$ 5,5 bilhões na mão da choldra. A carga tributária caiu de 35,8% do PIB para 34,5%. Em 2009 o salário mínimo teve um ganho real de 6,4%.

O desemprego deu um rugido, mas voltou aos níveis anteriores à crise. Ao que tudo indica, a crise de 2008 sairá pelo mesmo preço que a de 1997/98: um ano de crescimento perdido.

As duas situações foram diferentes, mas o fantasma do populismo cambial praticado pela ekipekonômica de 1994 a 1998 acompanhará o tucanato até o fim de seus dias. O dólar-fantasia teve uma utilidade, ajudou a reeleger Fernando Henrique Cardoso. Ele derrotou Lula em outubro, e o real foi desvalorizado em janeiro.

Fonte: (Só para assinantes) http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0811200908.htm

VAMOS NÓS: Quem topa participar desse debate? Depois vamos divulgando os números desses dois períodos de governos, já dizendo que a comparação será entre um maior tempo do tucanato/pefelismo e um menor tempo do governo do PT.

O PRESIDENTE RESPONDE.


Pequena empresária de Currais Novos (RN)...
Luiz Inácio Lula da Silva10 Nov 2009 - 01h34min
Francisca Aparecida de Azevedo, 44 anos, pequena empresária de Currais Novos (RN), que garantia os pobres que estão sendo beneficiados pelos programas sociais terão em 2011, quando um novo presidente assumir?

Presidente Lula - Estamos avançando como nunca na redução das desigualdades e creio que o povo brasileiro não permitirá que todo esse trabalho desapareça. Boa parte dos programas já tem força de lei como, por exemplo, o Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, Pronasci, Projovem e Prouni. Mas vários outros foram instituídos por decretos ou portarias. Determinei aos ministros Luiz Dulci e Tarso Genro que façam um levantamento e me apresentem, ainda este ano, uma proposta para transformar em lei todos os programas sociais criados desde a Constituição de 88, e que são frutos de decretos ou portarias. Vamos encaminhar os projetos de lei ao Congresso e, com a aprovação, os programas serão transformados em política de Estado. O passo seguinte será condensar os programas em uma Consolidação das Leis Sociais. Desta forma, estaremos garantindo que, independentemente do pensamento dos futuros governos, o Brasil continuará caminhando no sentido de eliminar a fome e erradicar a pobreza.

Osvaldo Nobre, 65 anos, engenheiro do Rio de Janeiro (RJ) - O sr. disse que proporá criar um Conselho Sul-americano de Combate ao Narcotráfico, no âmbito da Unasul. Quando o sr. pretende formular tal proposição e qual o local da sede?

Presidente Lula - A criação do Conselho Sul-americano de Combate ao Narcotráfico já foi aprovada na III Cúpula da Unasul, realizada em Quito, em agosto. A estruturação do órgão acontecerá até dezembro próximo e está a cargo de Gustavo Jalkh, ministro da Justiça equatoriano. Isso porque o Equador ocupa a presidência temporária da Unasul. Com a sua criação, nós deixamos de depender de outras partes do mundo para encontrar soluções que devem surgir dentro de nossa própria região. Os Estados Unidos ficam livres para empregar todos os seus esforços no combate ao consumo interno que, pela sua magnitude, é um forte estimulador da produção e do tráfico de drogas. Nós queremos que a relação dos Estados Unidos com a América do Sul seja marcada por um olhar de parceria e não de fiscalização. Nossos países também estudam a constituição de um fundo para ser usado no combate ao narcotráfico. Quanto ao local da sede, é uma questão a ser decidida de comum acordo pelos integrantes da Unasul. Diego de Oliveira, 21 anos, integrante de associação de moradores, Ribeirão Preto (SP) - Qual a política do sr. para a juventude?

Presidente Lula - Nós consideramos os jovens tão importantes para o País, que criamos a Secretaria Nacional de Juventude, vinculada à Presidência, e realizamos a primeira Conferência Nacional de Juventude, que resultou num conjunto de prioridades definidas pelos próprios jovens. Vários programas foram criados. O Protejo envolve jovens das comunidades carentes em atividades de esportes e lazer e oferece cursos profissionalizantes: 17.591 jovens recebem uma bolsa mensal de R$ 100,00. Pelo Prouni, nós concedemos bolsas de estudos a 540 mil jovens de famílias carentes para cursarem faculdades particulares. O Projovem é um programa para os que estão na faixa de 18 a 29 anos e não tenham concluído o ensino fundamental. Cerca de 1 milhão de jovens estão matriculados. Eles recebem bolsa de R$ 100,00 para freqüentar cursos de conclusão do ensino fundamental e qualificação profissional. Para oferecer ensino profissionalizante aos jovens, estamos implantando 214 escolas técnicas em todo o país que, somadas às 140 que já existiam, vão oferecer 500 mil vagas até o final de 2010. Quero ressaltar nossos esforços junto ao Conselho Nacional de Juventude para criar coordenadorias de juventude nos estados e municípios, o que contribuirá para transformar a política de juventude em uma política de estado.

Você também pode enviar sua pergunta para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo endereço www.opovo.com.br/politica ou pelo e-mail politica@opovo.com.br

BOTANDO A BOCA NO TROMBONE (21)


MAIS DE 800 OBRAS E 1.100 REALIZAÇÕES SAÚDE:

- Pr... MAIS DE 800 OBRAS E 1.100 REALIZAÇÕES

SAÚDE:

- Priorizar o programa saúde da família,

-PSF, aumentado o número de equipes. Nunca se mentiu tanto em tão pouco tempo. A verdade é que até o distrito de Domingos da Costa - terra onde a Rosa deita e rola - o PSF foi totalmente sucateado e desativado; não existe mais. Simplesmente nada. Nem médico, nem enfermeiro, nem auxiliar. O distrito está totalmente abandonado e mesmo assim na imprensa oficial criminosamente continua saindo aviso de atendimento do PSF como se lá existisse. Camuflando a verdade para as pessoas, como se lá existessem apenas um bando de desorientados que sequer sabem reinvindicar os seus direitos.

- Ampliação do PROGRAMA DO LEITE. Verdade toda a sua corriola hoje esta bebendo "LEITE".

sábado, 7 de novembro de 2009

NA VIDA EXISTEM VÁRIOS CAMINHOS: A VINDA, A IDA, A VOLTA...O MAIS IMPORTANTE É SEMPRE AGIR COM DECÊNCIA PARA NÃO FECHAR NENHUM DESSES CAMINHOS.


O Charles merece todo o respeito e carinho dos nossos ouvintes e blogueiros, assim também como é merecedor do nosso próprio respeito, carinho e sincera amizade. As portas da Liberdade vão estar sempre abertas para ele.

Quanto à linha não só do programa Liberdade A Voz do Povo, mas de toda a nossa programação seguirá sempre a linha da verdade, do compromisso com o interesse público, do respeito ao cidadão, amor ao Brasil e à nossa Boa Viagem. É isso que garante a nossa credibilidade. A credibilidade conquistada pela nossa Rádio Liberdade é valor que está acima de qualquer um de nós; é um patrimônio do qual não abriremos mão, mesmo pagando um alto preço pela perseguição dos que pensam que são donos do mundo; que deixaram o orgulho e a ganância se sobrepujarem à dignidade, à honra e à submissão aos princípios de uma vida ilibada.
Valeu amigo Charles!

ANSELMO DUARTE, ATOR E DIRETOR DE CINEMA, MORRE AOS 89 ANOS.


Anselmo Duarte dirigiu uma das mais consagradas obras da cinematografia nacional "O Pagador de promessas".

“Morreu na madrugada deste sábado (7) o ator e diretor de cinema Anselmo Duarte, de 89 anos, informa a assessoria de imprensa do Hospital das Clínicas em São Paulo. Duarte estava internado no hospital após ter tido um acidente vascular. A assessoria informou que iria apurar o caso para dar mais detalhes sobre a morte do ator e diretor.
Anselmo Duarte foi um dos mais prestigiados cineastas brasileiros. Com o filme “O Pagador de Promessas” (1962), ele foi premiado no Festival de Cinema de Cannes com a Palma de Ouro – a única concedida a um filme brasileiro.
Enterro
Duarte será enterrado no domingo (8) em Salto, a 105 km de São Paulo, onde ele nasceu. De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura da cidade, o corpo chegará por volta das 14h deste sábado no município no interior de São Paulo. O velório acontecerá no saguão do Centro de Educação e Cultura que leva o nome do ator e diretor. O local fica na Rua Prudente de Moraes, 580, no centro. O sepultamento está marcado para ocorrer às 10h no Cemitério da Saudade.
Ainda, segundo a assessoria da prefeitura de Salto, Duarte morreu por conta de complicações ocasionadas após ter sofrido o AVC. Ele ficou em coma durante todo o tempo de internação no HC, informa o órgão.
O município de Salto informa que será decretado três dias de luto devido a morte de Duarte, que era separado e deixa um filho.

Cinema
A produção de “O Pagador de Promessas”, baseada no texto de Dias Gomes e protagonizada por Leonardo Villar e Gloria Menezes, também concorreu a um Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro.
O filme, rodado em Salvador, é uma dura crítica à intolerância da Igreja e aborda a mistura de religiões no Brasil. O elenco também tem os atores Othon Bastos e Norma Bengell.
Além de diretor, Duarte também foi ator e roteirista de mais de 40 longas nacionais. Destaque para “O caçador de esmeraldas” (1979), “O marginal” (1974) e “Um certo capitão Rodrigo” (1971). Seu último trabalho no cinema foi como ator no filme “Brasa adormecida” (1987), de Djalma Limongi Batista, que também tem no elenco Maitê Proença, Edson Celulari e Sérgio Mamberti.”
(Portal G1)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

UM "LEÃO" NA UTI...


QUANTOS HONORÁVEIS BANDIDOS HÁ NESSE BRASIL AFORA?

06/11/2009 - 15h27
Veja imagens do tumulto no lançamento de "Honoráveis Bandidos"
da Livraria da Folha
A editora Geração divulgou imagens do tumulto no lançamento de "Honoráveis Bandidos - Um retrato do Brasil na era Sarney", na noite da última quarta-feira, em São Luís (MA). A pancadaria ocorreu na sede do Sindicato dos Bancários. Livrarias do Maranhão rejeitaram abrigar o evento.
Acaba em pancadaria lançamento de "Honoráveis Bandidos" em São Luís"Não vi, não li, não me interessa", diz Sarney sobre "Honoráveis Bandidos"Livrarias rejeitam lançar "Honoráveis Bandidos" na terra de Sarney, diz autor
Segundo a editora, integrantes da Federação dos Estudantes do Maranhão provocaram o tumulto. O sindicato sofreu depredação. Os manifestantes são apoiadores da família Sarney, segundo o sindicato. Eles jogaram ovos e uma torta na direção do autor Palmério Dória.
A Geração informou ainda que o livro será lançado hoje em Macapá, a partir das 19h na Livraria Amapaense. A Assembléia Legislativa propõe "desomenagear" o autor. José Sarney é eleito senador pelo Amapá.
Divulgação
Lançamento de "Honoráveis Bandidos" vira caso de polícia após pancadaria na sede do Sindicato dos Bancários.
Sinopse
Um dos jornalistas mais respeitados do país conta os bastidores do surgimento, enriquecimento e tomada do poder regional pela família Sarney. Do Maranhão ao Senado, o livro mostra os cenários e histórias protagonizadas pelo patriarca que virou presidente da República por acidente, transformou o Maranhão no quintal de sua casa e beneficiou amigos e parentes.
Com 50 anos de vida pública, o político mais antigo em atividade no país enfrenta escândalos e a opinião pública. É a partir daí que o livro puxa o fio da meada, utilizando as ferramentas do bom jornalismo investigativo. Sempre com muito bom humor, o jornalista faz um retrato do Brasil na era Sarney, os mandos e desmandos do senador e seus filhos, no Maranhão e no Congresso Nacional.


Autor: Palmério Dória

Editora: Geração Editorial

Páginas: 208Quanto: R$ 29,90

Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Após encontro com rainha, Lula recebe prêmio


LONDRES

- Depois de participar de encontro com a rainha Elizabeth II, no Palácio de Buckingham, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o Prêmio Chatham House 2009 por sua atuação na América Latina. Na avaliação da instituição de relações internacionais britânica, Lula é condutor da estabilidade e integração da região, com contribuição na solução de crises, como no Haiti, e incentivo à constituição da União de Nações Sul-Americanas (Unasul).
O líder brasileiro estava concorrendo com o ministro de Relações Exteriores da Arábia Saudita, o príncipe Saud Al-Faisal Bin Abdulaziz, e a presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf. No ano passado, o vencedor foi o presidente de Gana, John Kufuor. A Chatham House elege anualmente o político que deu maior contribuição às relações exteriores. A entrega do prêmio foi feita durante jantar de gala na Banqueting House, edifício do governo britânico na região de Westminster, pelo duque de Kent. Também esteve presente o secretário de Negócios do Reino Unido, Peter Mandelson. O ex-comissário europeu lembrou dos tempos que negociava com o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, que costumava mover a cabeça com sinal de negação durante as tratativas. "Eu ficava imaginando o que ele estaria pensando e acho que era algo como ''você não conhece meu chefe, o presidente Lula''.
Durante seu discurso, Lula disse que a política externa é um elemento fundamental do desenvolvimento brasileiro. "Decidimos associar nosso desenvolvimento ao da América do Sul, nosso entorno imediato", afirmou. "Estamos realizando um processo de integração solidária do continente, sem pretensões hegemônicas, sem busca de liderança." Ele também mencionou o movimento do Brasil em direção à África, na condição de segunda maior nação de população afrodescendente. O presidente falou ainda da busca pelo diálogo e negociação nas relações internacionais. "Não esperem armas do Brasil", disse. "Não hesitem, no entanto, em demandar nosso apoio político, nosso esforço negociador." Ele voltou a defender a reforma do Conselho de Segurança da ONU, de forma a refletir a nova correlação de forças no mundo. "(O Brasil) reivindica, junto com outros países, uma presença permanente neste organismo", disse no discurso.
Lula exibe placa e é aplaudido por Peter Mandelson, secretário de Negócios do Reino Unido Foto: Reuters.
VAMOS NÓS: Com mais esse reconhecimento internacional, que já virou rotina, o presidente Lula se afirma como o mandatário brasileiro de maior prestígio no mundo. Essa premiação destaca não apenas o papel desempenhado na política internacional, especialmente por sua capacidade de hábil negociador e mediador de conflitos, mas também, e o que é mais importante, pelos extraordinários avanços sociais e econômico promovidos no Brasil pelo governo do PT liderado pelo operário presidente.

INIMIGO PÚBLICO Nº 1 DA DITADURA MILITAR CARLOS MARIGHELLA É HOMENAGEADO COMO HERÓI.

(À esquerda túmulo de Marighella, desenhado por Oscar Niemeyer, em Salvador, onde está enterrado)


O baiano Marighella é homenageado como herói na Câmara de São Paulo
Haroldo Ceravolo SerezaDo UOL NotíciasEm São Paulo
Sentados um ao lado do outro, o chefe de gabinete do governador tucano José Serra, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), e o ex-presidente do PT José Dirceu. Mas a mesa da cerimônia que concedeu o título de cidadão paulistano a Carlos Marighella, na noite desta quarta-feira (4), contava com representantes de vários outros movimentos políticos e sociais.
O título é relevante menos pela pompa do que por significar uma mudança na forma como Marighella é compreendido pela cidade na qual foi morto, em 1969, numa ação policial - a responsabilidade do Estado por sua morte foi reconhecida em 1996 pela Comissão de Anistia do governo federal. Inimigo nº 1 do regime militar há 40 anos, o baiano Marighella recebeu tratamento de herói na sessão solene, depois que o decreto legislativo que lhe concedeu o título de cidadão paulistano foi aprovado sem resistência, por unanimidade, nas comissões e no plenário da casa. Pego de surpresa - o combinado era que não falasse -, o crítico literário Antonio Candido, 91, subiu à tribuna e discursou: "Marighella entrou para a história." Sua figura, avalia, desprendeu-se das posições que tomou durante sua militância. Para Candido, dessa forma, deixou de representar a liderança deste ou daquele grupo, para se tornar a imagem de "um brasileiro que transcendeu as contingências e é herói da nossa história". Marighella era o líder da Ação Libertadora Nacional quando, numa emboscada armada pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury, foi assassinado pelas forças policiais, em 4 de novembro de 1969. Aloysio Nunes Ferreira, que foi integrante do grupo, não falou durante a cerimônia, mas citou Antonio Candido, ao final do evento, para afirmar que Marighella simboliza a "rebelião contra a tirania".Carlos Marighella nasceu em Salvador (BA). Sua primeira prisão ocorreu em 1932, quando, militante do Partido Comunista, escreveu um poema com críticas ao interventor no Estado, Juracy Magalhães.
Site ligado a militar critica concessão do título
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O VELHO CARREIRISMO E OPORTUNISMO DO PSDB MOSTRA A CARA. É A DEMAGOGIA BARATA QUE DESORIENTA O POVO.


Política
Os defensores dos fracos e oprimidos
Fábio Campos05 Nov 2009 - 01h37min
A Coluna de ontem caracterizou como populista a postura de Tasso Jereissati (PSDB) quando o senador alimentou o rancor da população contra a fiscalização que o Estado faz em relação ao uso de motos. A resposta, terceirizada, coube ao presidente do PSDB, Marco Penaforte. Vamos a ela com uma sequência de comentários da Coluna. Penaforte: ``A indignação e a revolta de homens e mulheres do interior cearense por conta das ações da CPRV não questionam o mérito da lei, mas a forma como vem sendo aplicada. Há três anos humildes trabalhadores rurais, que ganham o estritamente necessário para a sua sobrevivência, são tratados da mesma forma que criminosos comuns, com a apreensão de seu meio de transporte e aplicação de pesadas multas impossíveis de serem pagas``. Comentário da Coluna: É comovente a desenvoltura do PSDB na defesa dos fracos e oprimidos, mas o que significa ``tratados da mesma forma que criminosos comuns``? Pelo que se sabe, a apreensão e a aplicação de multas só pode ser feita respeitando os critérios que regulam o uso de motos e automóveis. E esses critérios são definidos pelo Código Brasileiro de Trânsito, que não se baseiam em classe social. Valem igualmente para ricos, pobres e remediados.

"FALTA SENSIBILIDADE AO APLICAR A LEI" Penaforte: ``É visível a falta de sensibilidade na aplicação da lei. A própria mudança do cavalo para a moto como meio preferencial de transporte, obriga o Estado a participar desta transição cultural com instrumentos que operem a mudança de mentalidade para uma adequada cobrança legal. No lugar de punir, apreender, extorquir, consórcios podem ser firmados com o Poder Municipal, mais próximo do povo, para que se promovam ações que atendam às finalidades da lei, sem sacrificar a parcela mais pobre da população. Assim, pode-se facilitar a regularização dos documentos da moto atendendo os requisitos legais, mas sem o peso autoritário e centralizador da burocracia estatal. O uso de capacetes e outros itens obrigatórios podem ser estimulados por convênios entre as Prefeituras, o comércio local e associações de motoqueiros. Enfim, existem muitas alternativas que humanizam a aplicação da lei poupando o cidadão de mais uma forma de opressão``.

"HUMANIZAR" SIGNIFICA RELAXAR Comentário da Coluna: O que significa ``falta de sensibilidade na aplicação da lei``? Estaria o tucano sugerindo o usuário de moto apresente um atestado de miséria para ter o direito de ser tratado de forma permissiva? ``Extorquir``? Ao usar o termo Penaforte sugere que a fiscalização pública está pedindo dinheiro em troca da não punição. Coisa grave. Se o PSDB tem essa informação, como bom aliado do Governo, deveria levar essa denúncia adiante. Vejam que, pelo seu discurso, a lei é passível de leituras diferenciadas. Para ele, a lei de fato existe, mas não deveria ser aplicada contra o motoqueiro de baixa renda oriundo do setor rural. Pelo raciocínio, o motoqueiro de baixa renda da periferia de Fortaleza não mereceria o privilégio da ``sensibilidade`` na aplicação da lei. Não custa repetir: uma moto sem documentos, sem placas e com condutor inabilitado, pode ser fruto de um roubo a mão armada. Esse ponto fundamental justifica o aperto na fiscalização, mas não foi abordado pela resposta tucana. ``Humanizar a aplicação da lei`` é o modo de pregar o relaxamento na aplicação da lei.

SERIA UMA AUTOCRÍTICA? Penaforte: ``A falta de oposição no Ceará, tanto à Prefeitura Municipal como ao Governo Estadual, faz um grande mal ao povo cearense, à Democracia e aos próprios governantes. As reuniões do PSDB no Interior constituem-se em um importante e tradicional item da agenda do nosso Partido, pois nos transmitem impressões e sugestões dos nossos militantes, aliados e da grande parcela da população que sempre apoiou a nossa forma de governar o Ceará. Quaisquer críticas, queixas ou outras reclamações pertinentes a qualquer instância de poder, inclusive ao nosso Partido são extremamente bem-vindas, particularmente quando carregadas do desespero traduzido por inúmeras vozes que se manifestaram no Encontro de Quixeramobim``. Comentário da Coluna: se falta oposição a Cid Gomes e à Luizianne Lins é porque, no âmbito estadual, o PSDB preferiu aderir ao Governo. Já em Fortaleza, o histórico aponta que é por falta de voto mesmo.

A BASE DA LEI É NACIONAL O Código de Trânsito Brasileiro é a lei que define atribuições das diversas autoridades e órgãos ligados ao trânsito, fornece as diretrizes para a Engenharia de Tráfego e estabelece as normas de conduta, infrações e penalidades para os diversos usuários desse complexo sistema. O CBT, assinado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, fundador do PSDB, tem como base a Constituição do Brasil e a Convenção de Viena, que estabeleceu as regras internacionais no setor. A populista movimentação tucana para relaxar a fiscalização no uso das motos trai a trajetória de Tasso Jereissati e tem os dois pés fincados no oportunismo eleitoral. Que o Governo do Ceará mantenha firme a sua obrigação de fiscalizar o uso das motos.
(A manchete acima é deste blog).

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

ATENÇÃO EDUCADORES: VEJAM O QUE ZÉ SERRA E O PSDB DESTINAM À EDUCAÇÃO.


SP: Serra zera investimentos para a educação em 2010
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
A proposta orçamentária que o governador José Serra (PSDB) enviou para a Alesp prevê corte de 35% dos investimentos na área da Saúde e zera os investimentos em educação. Essas duas áreas vão contar com apenas investimentos do governo federal no estado de São Paulo. O governo do estado prevê para 2010 um crescimento do PIB paulista de 3,5%, enquanto que o presidente do Bradesco prevê um crescimento do PIB brasileiro de 5,7%. Dos R$ 449 milhões previstos para a saúde, R$ 306,5 milhões , 68%, virão investidos do governo federal. Obras como construção ou ampliação de hospitais, compras de equipamentos e materiais permanentes ficarão inviabilizados. Na Educação só haverá investimentos do Governo Federal que serão da ordem de R$500 milhões. A Administração Penitenciária o corte será de R$ 194,3 milhões, 55% a menos de verbas estaduais. Mas, vai contar com R$ 77 milhões do Governo Federal. O Centro Paula Souza, responsável pelo Ensino Técnico no Estado terá um corte de 50% nos investimentos.As projeções prevêem cortes de:

- R$ 990 milhões dos recursos do Departamento de Estradas e Rodagens (DER);

- R$ 20 milhões da Polícia Civil (custeio);

- R$ 60 milhões da Secretaria de Habitação;

- R$ 65 milhões da CETESB;

- R$ 47 milhões do Instituto de Pesquisas Tecnológicas(IPT).

O pagamento de dívidas terá uma retração de 5,4% em 2010. Os municípios também perderão com o corte nas verbas para o transporte escolar, estradas vicinais, planos de desenvolvimento sustentável e instalações da polícia civil. As empresas estatais SABESP, CDHU e o Porto de São Sebastião também perderão. Porém, o mais grave é a redução de 38% na urbanização de favelas, 38,4% no tratamento de esgotos coletados e de 10,6% na coleta de esgotos. O Governo de São Paulo depende cada vez mais dos recursos do Governo Federal e de empréstimos para financiar investimentos. Enquanto os recursos do estado caíram, os recursos federais cresceram 84,9% e os empréstimos 52,5%. No entanto, os recursos com publicidade do governo estadual, sem incluir as empresas estatais, cresceram 400% em relação ao governo anterior. No último ano do Governo Alckmin foram gastos R$ 38,2 milhões, neste ano o Governo gastou mais de R$ 200 milhões. Recursos para passagens e despesas com locomoção (25%) e serviços de assessoria (12%) também terão orçamento maior. Fonte: ww.redebrasilatual.com.br


VAMOS NÓS: É o velho jeito tucano de governar: desmantelamento do Estado para favorecer a iniciativia privada. É a política do neoliberalismo que liquida a capacidade de intervenção do poder público, deixando tudo à mercê do mercado. Aliás, o mercado que sempre busca a privatização dos lucros e a socialização dos prejuízos.
A propósito da foto acima: quem se lembra quem é a pessoa que está ao lado do Zé Serra na foto acima?

COMO UM SENADOR DA REPÚBLICA PERDE A COMPOSTURA; COMO A SEDE DE PODER DO SEN. TASSO JEREISSATI O FAZ ESTIMULAR A DESORDEM E O DESCUMPRIMENTO DA LEI.

Esse artigo é do jornalista Fábio Campos (O POVO de 04.11.2009). O conteúdo do artigo não poderia ser mais claro quanto ao absurdo praticado por senador da República. É esse péssimo exemplo dado pelo senador Tasso Jereisati que estimula o (des)governo do seu correligionário aqui de Boa Viagem. Pura demagogia barata de quem está desesperado para conquistar voto. É nos lembrarmos de que no governo do senhor Tasso ele foi muito combatido porque a Secretaria da Fazenda fazia muitas fiscalizações, o que, injustamente, diga-se, resultou em muita antipatia contra ele na região do Cariri.


(Atenção: a manchete desta postagem é deste blog).


Eis o artigo:


Política
O populismo na garupa das motos
Fábio Campos04 Nov 2009 - 00h38min
Há muitas questões a levantar acerca da gestão de Cid Gomes (PSB), mas o senador Tasso Jereissati (PSDB) escolheu a pior. Negando a sua trajetória pessoal, o tucano mergulhou na onda populista que assola o País. Vejam o que deu no O POVO de 31 de outubro: ``O senador Tasso Jereissati aproveitou mais uma edição do projeto tucano Ceará em Debate, no município de Quixeramobim, para pisar em uma das feridas do governador Cid Gomes (PSB) no Interior: a fiscalização da Companhia de Policiamento Rodoviário (CPRV). Após reclamação de um eleitor, Tasso incitou a polêmica: -Quem mais quer falar sobre a CPRV?-. Uma mulher chorou ao dizer que os trabalhadores rurais da região estariam sofrendo perseguição pelo órgão. Outras três pessoas pegaram o microfone para protestar. Embora não tenha manifestado opinião, o senador fez questão de prolongar o debate e medir a insatisfação do público. -Quem acha que a CPRV está agindo correto levanta a mão! Ninguém? E quem discorda?-, questionou, ouvindo gritos e aplausos como resposta``. O senador não se posicionou diretamente, mas ficam claras as intenções ao promover esse formato para a discussão. Como autoridade parlamentar e ex-governador, a tarefa do senador deveria ser a de explicar a importância da ação do Estado na fiscalização das motos.


FISCALIZAÇÃO É COMBATE AO CRIME


Perceberam? Não apoiar a ação do Poder Público e incitar a população contra a obrigação do Estado virou bandeira política. Uma perigosa bandeira política, que estimula o roubo de motos, um dos crimes mais comuns no Ceará. Crime que, muitas vezes, se pratica com arma na mão e, não raramente, é seguido de morte. O Governo, a Secretaria da Segurança e o senador Tasso sabem muito bem que um dos motivos da fiscalização ostensiva é combater este tipo de crime. As motos roubadas alimentam um forte fluxo comercial no Interior. O motivo é óbvio: nos grotões, as motos roubadas podem circular mais livremente sem placas e sem documentos. Além disso, no Interior, são comuns os motociclistas sem licença para pilotar. Fato que alimenta as trágicas estatísticas de acidentes que entopem os hospitais de emergência em tratamentos que custam os olhos da cara do contribuinte. Além do grande rombo na conta da saúde, é imenso o prejuízo humano com as legiões de incapacitados físicos e mortos pelos corriqueiros acidentes envolvendo motos. Também, no vale tudo dos grotões, é comum o não pagamento dos impostos devidos ao Estado. Portanto, cabe aos cidadãos de bem apoiar as ações da CPRV no Interior. Detalhe: a crítica à atuação da CPRV une tucanos e boa parte da esquerda cearense.


TODO APOIO À AÇÃO DO PODER PÚBLICO


A olhos nus, um observador mais atento percebe facilmente o significado do transporte sobre duas rodas no Interior. Com preços atrativos as longas prestações fizeram explodir a venda e o uso de motos no País. Mais baratas, econômicas e com manutenção simples, as motos substituíram a força animal como meio de transporte. Até o trabalho do vaqueiro já é feito com motocicletas. Dessa forma, elas se tornaram um componente no cotidiano de milhares de famílias. Nos finais de semana, é comum vermos motos transportando pai, mãe e até dois filhos. Isso é motivo para afrouxar a fiscalização? Claro que não. Pelo contrário. Pregar ou prometer facilidades para o uso das motos é um lastimável populismo. Até aqui, o governador tem se mantido irredutível no seu dever de apertar a fiscalização. Nas visitas do Governo itinerante esse ponto costuma ser abordado por populares interessados em não pagar os impostos e em manter as motos sem a documentação adequadas. Inclua-se aí o seguro, item fundamental para esse tipo de transporte. Nada demais se não tivessem o apoio de políticos irresponsáveis.


A ARTE DE BANALIZAR A TRAGÉDIA

Durante o final de semana, todas as redes de TV do País exploraram a queda de um pequeno avião da Força Aérea Brasileira. Dois mortos e nove sobreviventes. Os que escaparam foram usados pela mídia em busca de audiência. Impressiona o interesse da mídia por quedas de aviões mesmo que a dimensão do ocorrido seja ínfima diante da violência que assola o País. E o que é relevante passa a ser visto de uma forma banal. Por exemplo: ``Pelo menos 63 acidentes foram registrados nas estradas do Ceará durante o fim de semana prolongado de Finados. Duas pessoas morreram`` (O POVO). Os números são parciais e refletem apenas a violência ocorrida no Ceará. Multipliquemos por quatro dezenas e talvez cheguemos perto do que ocorreu em todo o País durante o feriadão. Mas, a queda do Caravan da FAB comove. As dezenas de mortos e feridos em acidentes, brigas, tiros e facadas já fazem parte do cotidiano.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

SEMAM CAPACITA POLICIAIS MILITARES PARA CONTROLE DA POLUIÇÃO SONORA.











Dando prosseguimento nas ações da SEMAM o secretário Deodato Ramalho abriu hoje um curso de 40 (quarenta) horas, que será ministrado pelo Coordenador da Comissão de Controle da Poluição Sonora, Aurélio Brito, destinado à capacitação de 150 (cento e cinquenta) policiais militares. Os policiais militares receberão instruções de como atuar no viso de promover a despoluição sonora, inicialmente em Fortaleza, mas com previsão de estender a mesma ação para cidades do interior do Estado, que, estimuladas pelo que pelo exemplo do que estar sendo feito capital cearense vem cobrando ações da Secretaria de Segurança Pública. Mais uma vez a Secretaria do Meio Ambiente de Fortaleza adota iniciativas no sentido de prestar bons serviços à sociedade de fortalezense e cearense.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS

O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.
É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos". O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.
Mons. Arnaldo Beltrami – vigário episcopal de comunicaçãoFonte: http://www.arquidiocese-sp.org.br

Homenageando a todos os nossos entes queridos, meus familiares (Queiroz Ramalho e adjacentes; Cavalcante Mota e adjacentes) e contarrâneos falecidos, faço representar essa minha saudade e o meu amor na pessoa do meu sempre saudoso pai DEODATO JOSÉ RAMALHO (foto) que, aos quarenta e sete anos, nos deixou em 1978.

O NASCER PARA O ALÉM...

Há quem morra todos os dias. Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza. Morre um dia, mas nasce outro. Morre a semente, mas nasce a flor. Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus. Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida. Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus.
Triste é ver gente morrendo por antecipação... De desgosto, de tristeza, de solidão. Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida. Essa gente empurrando a vida. Gritando, perdendo-se. Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.
E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós, o desejo de abraçá-los outra vez. Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los. De retroceder no tempo e segurar a vida.
Ausência: - porque não há formas para se tocar.
Presença: - porque se pode sentir.
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável. Essa saudade machucando o coração. Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez. Esse céu azul e misterioso. Ah! Aqueles que já partiram! Aqueles que viveram entre nós.Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida. Foram para o além deixando este vazio inconsolável. Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer. Deles guardamos até os mais simples gestos. Sentimos, quando mergulhados em oração, oruído de seus passos e o som de suas vozes. A lembrança dos dias alegres. Daquela mão nos amparando. Daquela lágrima que vimos correr. Da vontade de ficar quando era hora de partir. Essa vontade de rever novamente aquele rosto.Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias. Essa prece que diz tudo. Esse soluço que morre na garganta...
E... Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir. Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós. Esta lembrança dos que já foram para a eternidade. Meu Deus! Que ausência tão cheia de presença! Que morte tão cheia de esperança e de vida!
Texto: Padre Juca Adaptação: Sandra Zilio

domingo, 1 de novembro de 2009

LULA IMPEDE QUE OPOSIÇÃO TORRE 34 BILHÕES DO CIDADÃO BRASILEIRO.


Na ânsia de favorecer os muitos ricos, para os quais sempre governaram, o PSDB e o DEM lutaram e aprovaram no Senado e na Cãmara um Bolsa Indústria, que significava uma perda do povo brasileiro em favor dos endinheirados exportadores nada mais nada menos do que R$ 34 bilões. Isso mesmo: trinta e quatro bilhões de reais, no mínimo. A tentativa de mais uma vez transferir renda dos mais pobres para os mais ricos, prática usual do PSDB quando no poder, era por meio do IPI destinando um crédito, no valor da fortuna acima mencionada, aos exportadores E ISSO QUANDO O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL JÁ DECIDIRA POR DERRUBAR ESSA PRETENSÃO DEVASTADORA DOS EMPRESÁRIOS. Felizmente, temos um governo comandado por um presidente que zela pelos interesses da maioria do povo, e mais um "presentinho" dos antipovo foi barrado. É que o presidente Lula vetou a imoral Bolsa Rico.
Olhem como são as coisas: enquanto o PT e o Lula favorecem o povo com o Bolsa Família o PSDB do senhor Zé Serra, FHC, Tasso Jereissati e companhia tenta criar essa imoral Bolsa Milionário, para beneficiar aos que já têm muito, aos milionários brasileiros. O dr. Tasso, por exemplo, será ele mesmo um exportador que seria beneficiado? Esses empresários da politica são assim: fazem uma mediazinha aqui e acolá com o povo, distribuindo xepa, mas sempre que podem arrebetam com a economia popular em proveito de seus negócios. 2010 vem aí.