sábado, 2 de julho de 2011

Ex-presidente Itamar Franco morre em São Paulo aos 81 anos


Itamar Franco faz discurso no Senado Federal, em 2011. Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
Foto:Waldemir Barreto/Agência Senado
Itamar estava licenciado do Senado para tratar a leucemia

Morreu neste sábado, em São Paulo, o ex-presidente da República Itamar Franco. Aos 81 anos, o político cumpria mandato até janeiro de 2019 no Senado Federal. Antes prefeito de Juiz de Fora (MG) e senador em três oportunidades, Itamar Franco chegou à Presidência após a renúncia de Fernando Collor de Mello, em 1992. Após deixar o Planalto, foi governador de Minas Gerais. Itamar foi diagnosticado com leucemia em maio e, durante o tratamento, contraiu uma pneumonia, que se agravou.
Filho de Augusto César Stiebler Franco e Itália Cautiero Franco, Itamar Augusto Cautiero Franco nasceu a bordo de um navio em 28 de junho de 1930. O pai de Itamar havia morrido meses antes de seu nascimento e sua mãe registrou o filho em Salvador (BA), onde morava um tio. A família era de Juiz de Fora e ele se mudou para Minas Gerais com poucos meses. No município, cresceu e se formou em Engenharia Civil em 1954. Foi durante o curso que iniciou sua vida pública, participando da política estudantil.
Ainda na década de 50, se filiou ao PTB e tentou se eleger vereador e, depois, vice-prefeito em Juiz de Fora. Com o golpe militar em 1964 e a instalação de um regime de bipartidarismo, Itamar migrou para o MDB, sigla pela qual conquistou seu primeiro mandato eletivo, na prefeitura de Juiz de Fora, em 1967. No pleito de 1972, foi reeleito, mas deixou o cargo um ano depois para concorrer, com sucesso, a uma vaga no Senado - sendo reeleito em 1982, já no sucessor do MDB, o PMDB. Em 1986, sem apoio para ser candidato ao governo mineiro em seu partido, se filiou ao PL, mas foi derrotado por Newton Cardoso, candidato de sua ex-agremiação.
Com a

12 comentários:

Anônimo disse...

E o Sarney, qdo é que o diabo vem buscar?

Prof Alfredo Carlos ! disse...

Colegas blogueiros,

Itamar Franco, deixa uma marca indelével em sua vida política. Ele é o verdadeiro pai do plano real. Implantado em 1994, o plano real, tem salvado a economia de nosso País, graças a ele, o Brasil hoje é um país com moeda razoavelmente forte e competitiva perante o cenário econômico e financeiro mundial. Todos nós temos uma profunda gratidão pelo ex Presidente e Senador Itamar Franco. Que Deus o tenha.

O Condor observador disse...

Esse vereador valdenir é uma piada.
Em vez de requerer que o prefeito e a secretária de saúde de Boa Viagem vá a câmara dar explicações sobre a saúde do municipio de Boa Viagem fez foi um requerimento para o prefeito e a secretária de saude de TAUÁ vir aqui em Boa Viagem dar explicação sobre a saúde de lá.

O que é?
A esquizofrenia é um severo transtorno do funcionamento cerebral.

Como Começa?
A esquizofrenia pode desenvolver-se gradualmente, tão lentamente que nem o paciente nem as pessoas próximas percebem que algo vai errado: só quando comportamentos abertamente desviantes se manifestam.
Por outro lado há pacientes que desenvolvem esquizofrenia rapidamente, em questão de poucas semanas ou mesmo de dias. A pessoa muda seu comportamento e entra no mundo esquizofrênico, o que geralmente alarma e assusta muito os parentes e os eleitores.


Os sintomas aparecem gradualmente É mais comum que uma pessoa com contato espaçado por meses perceba melhor a esquizofrenia desenvolvendo-se. Geralmente os primeiros sintomas são estados de tensão de origem desconhecida mesmo pela própria pessoa. A partir de certo momento, mesmo antes da esquizofrenia ter deflagrado, as pessoas próximas se dão conta de que algo errado está acontecendo. Nos dias de hoje as pessoas pensarão que se trata de drogas, os eleitores podem achar que são dúvidas quanto à sexualidade, outros julgarão ser dúvidas existenciais próprias da idade. Psicoterapia contra a vontade do próprio será indicada e muitas vezes realizada. Aqueles que não sabem o que está acontecendo, começam a cobrar e até hostilizar o paciente que por sua vez não entende o que está se passando.Muitas vezes não há uma fronteira clara entre a fase inicial com comportamento anormal e a esquizofrenia propriamente dita. A família pode considerar o comportamento como tendo passado dos limites, mas os mecanismos de defesa impede muitas vezes de verem que o que está acontecendo; é uma doença mental, fato muito mais grave.
Enquanto o tempo passa os sintomas se aprofundam, o paciente apresenta uma conversa estranha, irreal, passa a ter experiências diferentes e não usuais o que leva as pessoas próximas a julgarem ainda mais que o paciente está fazendo uso de drogas ilícitas. É possível que o paciente já esteja tendo sintomas psicóticos durante algum tempo antes de ser levado a um médico.
Quando um fato grave acontece não há mais meios de se negar que algo muito errado está acontecendo, seja por uma atitude fisicamente agressiva. O diagnóstico de psicose é inevitável.

Anônimo disse...

Ensinando de graça.
Eis aqui uma lista de medicamentos que poder ser útil.
Rivotril, diazepan, gardenal, fluoxetina, fenobarbital, amitriptilina, alprazolam, carbamazepina, clorpromazina, fenitoína, fenoproporex, haldol, Ketalar, lorax, menotensil, morfina, nervonal, neuleptil, olcadil, prozac, tegretol, valium e etc.

Não esqueça a receita é em duas vias.

Anônimo disse...

Não se pode viver verdadeiramente e desistir do que dá significado e propósito a uma vida inteira.

Anônimo disse...

Morre Itamar Franco, aos 81 anos. Era um político controverso, polêmico, mas não moralmente ambíguo. Morreu pobre, por exemplo, com um patrimônio compatível com a sua trajetória de homem público. E isso, convenham, é tão raro nestepaiz que já merece ser aplaudido, especialmente no tempo em que petistas, que se apresentam como monopolistas da ética — e assim se colocaram também contra Itamar —, ficam milionários da noite para o dia fazendo “consultoria”. Itamar tem uma boa folha de serviços prestados ao país. Sem querer usar a contradição como muleta dialética, pode-se afirmar que sua maior besteira acabou resultando no maior bem que fez ao país; que seu maior defeito acabou sendo a sua grande qualidade.

Anônimo disse...

PT na oposição
O PT, junto com quase toda a nação, participou ativamente do “Fora Collor”. A mobilização dos chamados “movimentos sociais” ficou por conta da legenda, então principal alvo de Collor, que a acusava de tentar disputar o “terceiro turno” das eleições — acusação que os petistas fazem hoje a seus adversários; não por acaso, Lula e Collor são agora aliados.

O PT, que ajudou a derrubar o governo, recusou-se a participar da base de apoio a Itamar Franco — e olhem que era aquele um momento de certa tensão até institucional. O primeiro presidente eleito diretamente depois do ciclo militar era também o primeiro a testar um país pós-impeachment, que só não se deu legalmente porque ele renunciou primeiro. O petismo ajudara a desestabilizar Collor por bons motivos e decidiu que tentaria desestabilizar também seu sucessor, aí por maus motivos. O motivo dos petistas era e é um só: jamais dar apoio a uma Presidência que não seja comandada pelo partido. Foram para a oposição o PT e o PFL — este partido, justiça seja feita, não havia colaborado para a queda de Collor ao menos; foi coerente no seu erro.

Petistas demonstravam, em suma, a sua notável habilidade para sabotar governos e a disposição de faltar ao país mesmo num momento de crise aguda porque preocupados apenas com seu projeto de poder. Luíza Erundina foi punida pela legenda por ter aceitado o cargo de ministra da Administração de Itamar. Decidiu deixar a legenda. Para todos os efeitos, os petistas não aceitavam “alianças com partidos burgueses” — Lula recusara o apoio de Ulysses Guimarães no segundo turno de 1989, naquele que foi, talvez, o ato mais indigno de sua história. De verdade, o partido estava de olho em pesquisas que indicavam que o Babalorixá de Banânia era o favorito à sucessão de Itamar. Assim, diante da possibilidade de chegar ao poder, por que se comprometer com a governabilidade do país, não é mesmo?

Anônimo disse...

Realmente ITAMAR serviu ao país e não serviu se do país , como outros ,
No seu velório compareceram politicos que o ignoravam e criticavam , hoje posam ao lado do caixão, se ITAMAR pudesse ver pensaria pelo menos destes eu já me livrei.

Anônimo disse...

Eu entendo que morreu o último político honesto que o país já teve. Não é comum uma pessoa que foi Senador por três vezes e Presidente da República deixar este mundo com patrimônio compatível com sua renda. Os demais teriam que ter vergonha!

Amâncio José disse...

Como se sabe, Itamar e Fernando Henrique se odiavam.

Itamar jamais perdoou FHC por se apropriar do Plano Real (“na imprensa de São Paulo” e na Globo – poderia ter adicionado).

Fernando Henrique menosprezava Itamar.

Sobretudo do ponto de vista intelectual.

O Farol de Alexandria precisava se desincompatibilizar do Ministério da Fazenda de Itamar para ser candidato a Presidente (escolhido por Itamar, à falta de alternativa).

O Plano Real ainda não existia.

Era uma hipótese.

Um rascunho do Governo do Presidente Itamar.

O Farol precisava (como precisou em toda a Presidência) do aval do FMI ao projeto que ainda não existia.

O Farol tinha ficado dez meses e dez dias no Ministério e não tinha feito nada que demonstrasse capacidade de domar a inflação.

Na verdade, o que fez o FHC no Ministério da Fazenda, amigo navegante ?

Àquela altura, ele também era um projeto de candidato.

Viajou para Nova York como ministro.

Pegou em La Guardia a ponte aérea para Washington.

Este ansioso blogueiro era correspondente da Globo em Nova York, tinha que cobrir o memorável encontro no FMI, e aboletou-se ao lado do Ministro da Fazenda-candidato.

Deu-se um daqueles engarrafamentos na pista do aeroporto e o ansioso blogueiro ouviu inconfidências do candidato.

A primeira observação do candidato: a posse no dia primeiro de janeiro é uma chateação.

Que chefe de Estado estrangeiro pode sair correndo do Reveillon para assistir a uma posse no dia primeiro de janeiro ?

Quem vai ficar no seu lugar, quando o senhor sair do Ministério ?

O Clovis Carvalho.

O Itamar vai espernear, mas tem que ser o Clovis Carvalho.

Como se sabe, Clovis Carvalho é um anônimo tucano de São Paulo que sempre trabalhou com o Farol, até que o Farol o demitisse do Ministério da Indústria.

Insisti: mas o Clovis Carvalho ?

Tinha que ser uma pessoa da confiança dele, FHC.

E, aí, o Farol enumerou todas as deficiências (intelectuais) do Presidente que o indicara para sucedê-lo.

Quem sucedeu FHC no Ministério, como se sabe, foi Rubens Ricupero, que caiu num estúdio da Rede Globo.

Os brasileiros devem a consolidação do Plano Real ao Itamar e ao sucessor de Ricupero, Ciro Gomes, aquele que conhece a alma do Padim Pade Cerra.

(E do Fernando Henrique.)

O FMI de Michel Camdessus não avalizou o que não havia para avalizar.

Camdessus distribuiu uma nota de “boa sorte” que, no Brasil, correspondeu a um apoio irrestrito ao candidato.

Fonte: Conversa Afiada.

Rádio Liberdade disse...

A respeito das acusações feitas à direção de uma determinada escola deixamos de postá-las, em razão de conter fato específico que precisamos checar a veracidade, especialmente porque foi enviada por anônimo. Nos passem mais dados para que possamos examinar.

Quadrilha do PR (Partido da República) disse...

A quadrilha do PR
Lembram quando o Governador Cid Gomes acusou o ministro dos Transportes Alfredo Nascimento de inepto, desonesto e incompetente, Cid também chamou de "laia" e "antro de roubalheira" o Ministério dos Transportes e o Dnit, órgão vinculado que é responsável pela manutenção das estradas federais.

Pois é a mascara está caindo e o que o Cid falou é verdade, vajam isso.
reportagem do G1.com
O governo federal determinou, neste sábado (2), o afastamento da cúpula do Ministério dos Transportes. A decisão ocorre depois de denúncias de superfaturamento em obras públicas apontadas em reportagem da revista “Veja” desta semana.
Em nota, o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, comunicou o afastamento temporário dos servidores Mauro Barbosa da Silva, chefe de Gabinete do ministro; Luís Tito Bonvini, assessor do Gabinete do ministro; Luís Antônio Pagot, Diretor-Geral do Departamento Nacional de Infraestrutura dos Transportes (Dnit); e José Francisco das Neves, Diretor-Presidente da Valec. O ministro permanece no cargo. Os afastamentos foram comunicados pelo próprio ministro a presidente Dilma Rousseff, por meio de um telefonema, ainda na manhã deste sábado.

Por meio da nota, Alfredo Nascimento negou que tenha sido "conivente" com supostas irregularidades ocorridas no ministério. "O Ministro de Estado dos Transportes, Alfredo Nascimento, rechaça, com veemência, qualquer ilação ou relato de que tenha autorizado, endossado ou sido conivente com a prática de quaisquer ato político-partidário envolvendo ações e projetos do Ministério dos Transportes", diz o texto.
A reportagem de "Veja" relata que representantes do PR, partido ao qual pertence o ministro e a maior parte da cúpula do ministério, funcionários da pasta e de órgãos vinculados teriam montado um esquema de superfaturamento de obras e recebimento de propina por meio de empreiteiras.

Segundo a revista, em reunião com o ministro na semana passada, a presidente Dilma Rousseff teria classificado como "abusivo" a elevação do orçamento de obras em ferrovias federais. Ainda de acordo com a reportagem, o orçamento passou de R$ 11,9 bilhões, em março de 2010, para R$ 16,4 bilhões em junho deste ano. O aumento no orçamento de obras da pasta teria sido de 38% em pouco mais de um ano.

Alfredo Nascimento determinou ainda a instauração de uma sindicância interna para apurar as supostas irregularidades envolvendo os funcionários da pasta. O ministro também solicitou para a Controladoria-Geral da União (CGU) apoio nas investigações. Os procedimentos administrativos que darão início à investigação devem ser iniciados já nesta segunda-feira (4). Os funcionários supostamente envolvidos na fraude serão afastados temporariamente, em "caráter preventivo e até a conclusão das investigações".

http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/07/governo-determina-saida-da-cupula-do-ministerio-dos-transportes.html